quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

A Escrita Para os Pais

Estive três anos destacada no DEB (Departamento da Educação Básica) onde fui integrada numa equipa fantástica de educadoras “tutelada” (desculpem mas vou tirar os títulos de “Doutoras”) pela Teresa Vasconcelos, Miquelina Saraiva Lobo e Isabel Lopes da Silva. Essa equipa trabalhou exaustivamente no processo de elaboração e divulgação das Orientações Curriculares para a Educação Pré Escolar.

Quando regressei ao Jardim de Infância, vinha mais fortalecida na teoria, mais exigente e insegura na prática!

Como já descrevi, a abertura da Escola ao Meio e a participação dos Encarregados de Educação na comunidade escolar, foi sempre uma das minhas preocupações.

No entanto, apesar de considerar que as estratégias desenvolvidas desde há já alguns anos foram positivas, o facto de vir com a “pica” toda para implementar as Orientações Curriculares, fez com que a minha postura em relação à ligação/participação com as famílias, tivesse evoluído.

Já não me chegava  só a participação dos pais nas reuniões, festas e convívios, senti que cada vez era mais importante dar-lhes conhecimento do trabalho realizado no Jardim de Infância, pois esse conhecimento, tal como é expresso nas Orientações Curriculares "Permite aos pais criar maior confiança no contexto da educação Pré-Escolar, também, por vezes, para eles desconhecido."

Assim, com a intenção de dar a conhecer o que se faz no Jardim de Infância, elaborámos, uma pequena brochura que intitulámos "O Livro dos Pais".


Esta foi a nossa primeira estratégia de utilizar a escrita para estabelecer outro tipo de ligação com as famílias. Considerámos que foi positiva. No Ano seguinte, a brochura foi reeditada com a mesma aceitação. 

Querendo continuar a implementar uma estratégia sistemática de ligação escrita com as famílias, na brochura vinha expressa a nossa intenção de elaborar um Jornal Escolar. Restava-nos delinear que tipo de jornal queríamos “editar”.


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